As unidades locais de saúde (ULS) e os institutos de oncologia gastaram mais de 1.828,4 milhões de euros com medicamentos nos primeiros oito meses do ano, mais 83,3 milhões do que no mesmo período de 2025.
O PAN/Açores questionou o Governo Regional sobre a disponibilização gratuita de soutiens pós-cirúrgicos a doentes oncológicas nas unidades de saúde do arquipélago, uma medida introduzida no Plano Regional Anual para 2026, por iniciativa do partido.
Os utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS) gastaram mais de 650 milhões de euros em medicamentos nos primeiros oito meses do ano, um aumento de 15,3 milhões em relação ao mesmo período do ano passado.
Associações de apoio a doentes, de médicos e sociedades científicas pediram ao Governo um plano nacional de rastreio do cancro do pulmão, o mais mortal no mundo e uma das principais causas de morte oncológica em Portugal.
A associação Portugal AVC apelou hoje à criação urgente de um plano nacional de reabilitação dos sobreviventes de acidente vascular cerebral, para garantir o acesso equitativo a cuidados de reabilitação atempados, coordenados e de qualidade em todo o país.
A presidente da Secção Regional do Centro da Ordem dos Farmacêuticos alertou hoje que a descentralização de competências na área da saúde sem os meios adequados não oferece soluções aos cidadãos e pode criar novas desigualdades entre territórios.
A Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) abriu um processo na sequência das intervenções policiais que aconteceram na madrugada de domingo, no Rossio, em Lisboa, e na Praça D. João I, no Porto.
O Sindicato Independente de Todos os Enfermeiros Unidos (SITEU) apontou para uma adesão de 100% à greve marcada para hoje na Unidade Local de Saúde (ULS) Santo António, Porto, garantindo que os enfermeiros não vão desistir dos seus direitos.
As Unidades de Saúde Familiar (USF) Atlântico Norte e Beira Ria, em Ílhavo, no distrito de Aveiro, reabriram hoje ao público depois de garantidas e confirmadas as condições sanitárias, anunciou o município.
A Federação Nacional dos Médicos (FNAM) alertou hoje que o despacho sobre o apoio às urgências externas em caso de aumento da pressão pode comprometer a assistência aos doentes internados em momentos de maior risco.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, felicitou hoje Lula da Silva pela reeleição na segunda volta das presidenciais considerando que a democracia e o multilateralismo venceram no Brasil.
A Liga Portuguesa de Ambulâncias (LPA) suspendeu hoje a marcha lenta marcada para segunda-feira na zona de Lisboa após o Governo incluir o setor nos apoios aos combustíveis e abrir negociações.
As forças policiais utilizaram a força para dispersar os manifestantes que se encontravam acampados em tendas na Praça D. Pedro IV, em Lisboa, em protestos a favor de habitação para todos, e na Praça D. João I, no Porto.
O Governo vai incluir as empresas de transporte não urgente de doentes no âmbito do Decreto-Lei n.º 199/2026, que estabelece um pacote de apoios financeiros extraordinários e temporários para mitigar o aumento dos custos com combustíveis e AdBlue.
O bastonário da Ordem dos Advogados defendeu hoje a necessidade de se efetuar um inquérito à atuação das forças de segurança nas acampadas em Lisboa e Porto, como "única forma" de se apurar a verdade dos factos.
O ministro da Administração Interna disse hoje que as intervenções policiais em Lisboa e no Porto foram decisões da PSP, sublinhando que, sempre que exista violação da lei, é "desejável que tudo se faça" para repor a ordem pública.
Mais de 200 profissionais da Justiça de todo o país já assinaram uma carta aberta pelo direito de manifestação, reagindo à resposta das autoridades sobre as manifestações em defesa da habitação realizadas em várias cidades.
O porta-voz do PSD, Sebastião Bugalho, defendeu hoje que existiu proporcionalidade na resposta policial às manifestações desta madrugada pelo direito à habitação e acusou o secretário-geral do PS de irresponsabilidade e hipocrisia. Em declarações aos jornalistas transmitidas pelas televisões a partir de Aveiro, Sebastião Bugalho afirmou que o PSD recusa "uma falsa clivagem" entre a autoridade dos polícias e a liberdade de expressão dos manifestantes, dizendo que houve arremesso de objetos por parte dos segundos contra a polícia e a comunicação social. "É importante transmitir da parte do PSD uma palavra de tranquilidade e serenidade. A polícia, na nossa perspetiva, atuou com proporcionalidade e no enquadramento legal que se presume que aconteça para proteger o direito à manifestação, que obviamente nós respeitamos. Mas têm de se respeitar as regras da manifestação e, a dado momento, isso não estava, infelizmente, a acontecer. Em reação às críticas de José Luís Carneiro, que exigiu hoje esclarecimentos ao primeiro-ministro, o porta-voz do PSD disse que Luís Montenegro "não entra em torneios de conferências de imprensa" com deputados ou líderes partidários. "O primeiro-ministro não ficou nem cego, nem surdo, nem mudo na última semana", afirmou o também vice-presidente do PSD. "O que é que muda mais a vida daqueles que querem ter habitação pública em Portugal? Foram as 30 mil casas de habitação pública que nós entregámos no prazo do PRR? Foram os 130 mil jovens cujas políticas de habitação deste Governo ajudaram a comprar a sua primeira casa? (…) Ou as conferências de imprensa do dr. José Luís Carneiro, que estava sentado no Conselho de Ministros, que deixou a habitação desfinanciada, com pouco orçamento para construir?", contrapôs. Bugalho considerou "preocupante e até chocante" a reação do líder do PS, lembrando que foi ministro da Administração Interna do último Governo do PS. "Revelou hoje total incapacidade para alguém que aspira a desempenhar, no futuro, funções de chefia de governo. Com a sua declaração oportunista e irresponsável, José Luís Carneiro não condenou de forma inequívoca o arremesso de objetos contra a polícia, nem condenou, de forma inequívoca, atos de desordem que põem em causa a autoridade do Estado e as regras de funcionamento da democracia", disse. Bugalho acusou ainda o PS de "hipocrisia gritante", dizendo que o problema da habitação "ficou por resolver" após oito anos de executivos socialista. Bugalho referiu que os apoios às rendas criados pelos executivos socialistas foram, em oito anos, metade dos do atual Governo PSD/CDS-PP em dois, e acusou José Luís Carneiro de ter "votado quatro vezes contra as medidas de habitação jovem", que considera já estarem a dar resultados. "Eu compreendo que a crise da habitação é uma prioridade e é uma prioridade do Governo desde o primeiro dia que assumiu funções e que é uma prioridade de todos nós que estamos preocupados com o país e com os portugueses", assegurou. O porta-voz do PSD apelou a que outros partidos não caiam na tentação – como considera ter acontecido com o PS – "de fabricar uma clivagem entre liberdade e autoridade, entre aqueles que querem mais casas e aqueles que defendem as forças de segurança e integridade das nossas forças policiais". A PSP dispersou hoje de madrugada, à bastonada e com recurso a cães, as manifestações pelo direito à habitação em Lisboa e no Porto, após mais de duas horas de tensão e ordens para que as pessoas saíssem e as tendas fossem retiradas. Os manifestantes não acataram as ordens, invocando o direito constitucional à manifestação. Segundo a PSP, registaram-se, no total, 11 feridos, cinco em Lisboa e seis no Porto, e 31 detidos por desobediência (25 em Lisboa e seis no Porto). Em comunicado, a Acampada de Lisboa refere dezenas de feridos, 37 dos quais no Porto.
O secretário-geral do Partido Socialista (PS) exigiu hoje um “esclarecimento cabal” do primeiro-ministro sobre a resposta policial às manifestações da madrugada pelo direito à habitação, defendendo que a saída para o problema “é política, nunca policial”.
A Amnistia Internacional – Portugal disse hoje estar “profundamente preocupada com o uso excessivo e desproporcionado” da força policial para dispersar as acampadas de Lisboa e Porto que aconteceram durante a madrugada.
Especialistas em saúde alertaram à Lusa que o ceticismo da população local e o histórico de violência no leste da República Democrática do Congo dificultam a resposta ao Ébola, onde a epidemia progride "na sombra" das estatísticas oficiais.
O médico português Tomás Bandeira defendeu à Lusa que a saúde mental é uma prioridade na resposta à epidemia de Ébola no leste da República Democrática do Congo (RDCongo), onde a doença "destrói famílias e comunidades inteiras".
O secretário de Estado Adjunto da Presidência e da Imigração afirmou hoje que em breve será apresentado o Plano Nacional de Integração de estrangeiros e salientou que, na habitação e saúde, o país não estava preparado para tantos imigrantes.
O brasileiro Júlio Mamute, que chegou a pesar 310 quilos e mal conseguia sair da cama, vai participar no domingo numa maratona de 42,195 quilómetros na Grande Muralha da China, concretizando um sonho do pai.