A Federação Nacional dos Médicos (Fnam) exigiu hoje responsabilidades políticas pelas “graves dificuldades” que o apagão registado na segunda-feira provocou no acesso aos cuidados de saúde, acusando o Ministério da Saúde de falta de liderança.
Cerca de 84.650 bebés nasceram em Portugal em 2024, menos 1,2% do que no ano anterior, e um terço são filhos de mães de naturalidade estrangeira, revelam dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Vacinas e medicamentos que precisam de refrigeração foram recolhidos, na segunda-feira, no centro de saúde e farmácias de Reguengos de Monsaraz, distrito de Évora, e colocados em frigoríficos de um supermercado, devido ao apagão, foi hoje revelado.
As unidades locais de saúde do Baixo Alentejo (ULSBA) e do Litoral Alentejano (ULSLA) retomaram hoje a sua atividade integral, após cancelarem serviços não urgentes, na segunda-feira, devido ao apagão que afetou toda a Península Ibérica.
Todos os hospitais privados já têm a eletricidade restabelecida, apesar de ainda haver alguns problemas informáticos que deverão ser resolvidos até ao final da manhã, anunciou hoje a Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP).
A greve de enfermeiros no Hospital de Vila Franca de Xira, iniciada hoje às 08:00, conta com uma adesão de 93 por cento, com o impacto a sentir-se mais no bloco operatório e na consulta externa, segundo relato sindical.
O hospital e os serviços essenciais no concelho de Leiria estão normalizados, após o corte generalizado no abastecimento elétrico que afetou na segunda-feira, desde as 11:30, Portugal e Espanha.
A ULS Almada-Seixal (ULSAS) anunciou hoje que, com o restabelecimento da energia na sua área de influência, a atividade assistencial está a ser garantida, praticamente na totalidade das suas unidades de cuidados de saúde.
A cidade de Viseu regressou hoje à normalidade depois do apagão energético de segunda-feira e o hospital central da cidade levantou o plano de contingência.
O Hospital Amato Lusitano, em Castelo Branco, desativou hoje o plano de contingência e toda a atividade programada voltou à normalidade, disse à agência Lusa o presidente do Conselho de Administração.
O corte generalizado de energia de segunda-feira obrigou a adiar milhares de consultas, cirurgias e tratamentos que terão de ser reprogramados em vários hospitais, mas hoje a atividade já regressou ao normal, segundo os administradores hospitalares.
O Hospital de São João, no Porto, vai hoje manter o plano de contingência ativo “mas numa escala menor”, e está a reagendar o que foi cancelado na segunda-feira devido ao apagão geral.
A associação PRO.VAR pediu hoje a criação de um fundo de emergência para apoiar a restauração após apagão de segunda-feira, alertando para “perdas graves” de mercadorias e faturação.
A Unidade Local de Saúde (ULS) São José, em Lisboa, anunciou hoje que todas as suas unidades estão a funcionar normalmente, após ter sido reposto o fornecimento de eletricidade na segunda-feira à noite.
A China está a voltar-se para o Brasil para compensar a quebra nas compras de produtos agrícolas dos Estados Unidos, no contexto da guerra comercial lançada por Donald Trump, segundo a imprensa local.
Duas pessoas ficaram feridas e desalojadas na sequência de um incêndio numa habitação, ocorrido na segunda-feira à noite em Estremoz, no distrito de Évora, revelou fonte da Proteção Civil.
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, adiantou na segunda-feira à noite que está assegurado o fornecimento de energia a cerca de 80% da população, após o apagão maciço que afetou a Península Ibérica.
O relatório da Amnistia Internacional (AI) 2024-2025 destaca que em Portugal continuam a existir “relatos credíveis” de tortura e maus-tratos nas prisões e que o acesso à habitação a preços acessíveis “continua a ser insuficiente”, entre vários outros problemas.
A célula de crise da Ordem dos Médicos (OM) está a acompanhar em permanência a falha de energia nos hospitais provocada pelo apagão que se registou hoje no país, estando em contacto com o Ministério da Saúde.
Os centros de Saúde da Unidade Local de Saúde (ULS) Almada-Seixal estarão encerrados na terça-feira e as consultas não urgentes programadas para o Hospital Garca de Orta serão canceladas devido ao apagão que afetou hoje o país.
O primeiro-ministro admitiu que o mais difícil de gerir no apagão que hoje se registou no país foi o abastecimento de energia aos hospitais, mas assegurou que não se registou “nenhuma situação limite”.
O Hospital São João, no Porto, retomou a totalidade energética cerca das 21:00, revelou à Lusa fonte oficial do maior hospital da zona Norte.
A Unidade Local de Saúde (ULS) Braga ativou o plano de contingência devido ao corte da eletricidade, estando a prestação de cuidados a decorrer com constrangimentos pontuais em alguns serviços, sem afetar a atividade clínica, foi hoje anunciado.
A avaria nas baterias de condensadores que deu origem ao incêndio no Hospital do Divino Espírito Santo (HDES), nos Açores, no ano passado, seria “muito difícil de prever”, admitiu hoje um técnico da empresa responsável pela manutenção.