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Rastreio do cancro da mama vai começar aos 25 anos para mulheres de risco acrescido

MHC/CANAL S+
29-09-2026 12:19h

A medida esteve em análise no “Check-Up”, onde Guadalupe Simões e Francisco Ramos destacaram a importância do diagnóstico precoce e da garantia de acompanhamento ao longo de todo o percurso de cuidados.

Guadalupe Simões, dirigente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, considera positiva a antecipação do rastreio, defendendo que a identificação do risco deve ser acompanhada por uma resposta atempada dos serviços de saúde.


A enfermeira alertou, no entanto, que o rastreio não termina com a realização do exame. Para Guadalupe Simões, é necessário garantir que as mulheres têm acesso às consultas, exames complementares e cuidados especializados sempre que seja identificada essa necessidade.

Francisco Ramos, antigo secretário de Estado da Saúde, destacou também a importância de reforçar a identificação dos fatores de risco e assegurar que o diagnóstico precoce é acompanhado por uma resposta adequada.

O antigo governante sublinhou ainda a confiança na resposta da oncologia em Portugal, considerando essencial que a evolução da capacidade de identificação genética seja acompanhada pela continuidade dos cuidados.

O novo modelo de rastreio ainda não tem uma data concreta para avançar. A medida pretende antecipar a vigilância nas mulheres com maior risco e aumentar a possibilidade de deteção precoce da doença.

O programa Check-Up faz todas as semanas a análise da atualidade da saúde, com moderação da jornalista Vera Arreigoso. À sexta-feira, pelas 22h, no Canal S+, na posição 129 da sua box de televisão.

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