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Jorge Roque da Cunha pede contas certas nas Unidades Locais de Saúde

ALS/Canal S+
08-04-2026 15:56h

No último Efeito Placebo, Jorge Roque da Cunha criticou a falta de soluções para o constante subfinanciamento das Unidades Locais de Saúde (ULS). Na opinião do médico e dirigente do Sindicato Independente dos Médicos (SIM), é um problema que todos conhecem, do actual aos anteriores governos, mas que ninguém resolve. 

No último Efeito Placebo, Jorge Roque da Cunha refletiu sobre a criação das ULS. Na opinião do médico e dirigente sindical, o sistema “faz algum sentido, em termos teóricos, e em termos práticos, com a devida preparação, faria ainda mais sentido e não deve voltar atrás”.

No entanto, não esconde o descontentamento e preocupação com o subfinanciamento constante, que é do conhecimento de todos, e que obriga anualmente à injeção de capital para pagamento de dividas a fornecedores.

Em 2026, o Governo já autorizou a transferência de um 1.230 milhões euros, valor idêntico ao de 2025. Jorge Roque da Cunha pede, por isso, transparência e contas certas logo no início do ano.

O Governo vai transferir, este ano,1230 milhões de euros para as unidades locais de saúde (ULS) e os institutos portugueses de oncologia (IPO) regularizarem dívidas a fornecedores externos que estão por saldar há mais de 60 dias.

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