SAÚDE QUE SE VÊ

Mau tempo: Autarquia do Seixal ativa Plano Municipal de Emergência

Lusa
05-02-2026 22:50h

A Câmara Municipal do Seixal ativou hoje o Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil, na sequência do alerta vermelho emitido pela Proteção Civil para a bacia do Tejo, devido à subida do caudal do rio.

Numa informação hoje divulgada na rede social Facebook, a autarquia explica que esta medida preventiva permite reforçar a coordenação de todos os meios e entidades de resposta, com o objetivo de garantir a segurança da população, face às condições meteorológicas adversas e pela previsão de subida das águas do rio Tejo.

A Câmara Municipal do Seixal, no distrito de Setúbal, apela à população que evite deslocações desnecessárias e comportamentos de risco, que acompanhe apenas informação oficial e cumpra as indicações da Proteção Civil e das autoridades

A Autoridade Nacional de Emergência e de Proteção Civil ativou hoje o alerta vermelho para a bacia do Tejo, devido à subida abrupta do caudal, provocada pelas descargas das barragens espanholas e pela precipitação registada no país, o que coloca em risco as zonas ribeirinhas.

Doze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o encerramento de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas

Doze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.

O Governo decretou situação de calamidade até domingo para 68 concelhos e anunciou um pacote de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

MAIS NOTÍCIAS