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ULS da Região de Aveiro mantém inalterado polo de USF em Pardilhó

Lusa
22-04-2026 16:52h

A Unidade Local de Saúde da Região de Aveiro (ULS RA) esclareceu hoje, em comunicado, que se mantém inalterado o funcionamento do polo de Pardilhó da USF Águas do Gonde.

Alguns populares manifestaram-se terça-feira junto do polo de Pardilhó da Unidade de Saúde Familiar (USF) Águas do Gonde, contra qualquer alteração no seu funcionamento.

“À presente data, não se encontra aprovada qualquer alteração de valências entre o polo de Pardilhó e a sede, em Avanca”, garante o comunicado da ULS RA.

A USF Águas do Gonde integra a Unidade Local de Saúde da Região de Aveiro, tem sede em Avanca e mantém um polo assistencial em Pardilhó.

A ULS da Região de Aveiro lembra que “já esclareceu publicamente que não existem alterações na organização das consultas, mantendo-se em vigor o modelo de funcionamento atualmente conhecido pela população, com atividade assistencial distribuída pelos dois polos”.

Segundo a administração “não existe qualquer aprovação para alterar valências entre o polo de Pardilhó e a sede em Avanca”.

A instituição informa que uma proposta de reorganização apresentada por profissionais “não foi validada pelo conselho de administração”, pelo que “o modelo de atividade assistencial atual permanece em vigor nos dois polos da unidade de saúde”.

A Unidade Local de Saúde afirma que não realizou reuniões com o Município de Estarreja sobre mudanças estruturais e que qualquer decisão futura “exige avaliação institucional prévia e articulação com os parceiros autárquicos locais”.

O Município de Estarreja mantém o apoio às instalações, através de obras de requalificação na sede e o projeto para a intervenção no polo de Pardilhó encontra-se em fase de conclusão, esclarece.

Em fevereiro a Câmara Municipal de Estarreja solicitou esclarecimentos formais à Unidade Local de Saúde da Região de Aveiro (ULSRA) relativamente à eventual reorganização do funcionamento da USF Águas do Gonde, que presta cuidados de saúde às populações de Avanca e Pardilhó. 

Na ocasião, a presidente da Câmara, Isabel Simões Pinto, reafirmou a sua posição contra qualquer reorganização “que promova a deslocalização de serviços, implique a mobilidade acrescida das populações ou fragilize o acesso a cuidados de saúde de proximidade”.

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