A Câmara de Arcos de Valdevez anunciou hoje a adjudicação da empreitada de reorganização funcional do centro de saúde local por cerca de 2,3 milhões de euros para a instalação de uma unidade de retaguarda.
Em comunicado enviado às redações, a Câmara de Arcos de Valdevez, no distrito de Viana do Castelo, explicou que a empreitada vai permitir, “por um lado, ampliar e aumentar a capacidade de resposta, criando novos serviços e gabinetes médicos e, por outro, alargar a unidade de retaguarda”.
Atualmente, aquele serviço é garantido pela Santa Casa da Misericórdia de Arcos de Valdevez ao abrigo de um protoloco assinado com a Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM).
Com as obras no centro de saúde, adjudicadas à empresa Baltor Steel, a unidade de retaguarda vai passar a disponibilizar 32 camas, o dobro da capacidade atual.
A “obra contempla também a instalação de infraestruturas e equipamentos de renovação de ar e climatização, em todos os espaços intervencionados, melhorando as condições de conforto e funcionamento da unidade”.
Numa “primeira fase foram criados diversos espaços ao nível do rés do chão destinados a serviços comuns, sendo posteriormente desenvolvidos espaços simétricos no primeiro andar, destinados ao funcionamento de duas unidades de saúde, servidas por zonas de atendimento e de espera”.
Este investimento, “permitirá requalificar e ampliar um equipamento com cerca de 40 anos, contribuindo para melhorar a prestação de cuidados de saúde e proporcionar melhores condições tanto para os profissionais como para os utentes”.
Com esta intervenção, “o município pretende reforçar a proximidade entre os utentes e os serviços de saúde em Arcos de Valdevez, promovendo simultaneamente a integração urbana e paisagística do edifício, a melhoria do conforto e da acessibilidade, e a valorização da presença institucional do Serviço Nacional de Saúde no concelho”.
A obra é cofinanciada pelo Fundo Europeu, Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), integrado na “Componente 1 - Reforma dos Cuidados de Saúde Primário”, com uma comparticipação comunitária de cerca de 3,1 milhões de euros.