As obras de requalificação no Hospital da Horta, nos Açores, representam um investimento superior a nove milhões de euros e visam “robustecer a capacidade de resposta” do Serviço Regional de Saúde, segundo a secretária regional da Saúde.
Na sequência da sua deslocação ao Hospital da Horta, a secretária Regional da Saúde e Segurança Social dos Açores, Mónica Seidi, considerou que “estas intervenções, a par do reforço de equipamentos hospitalares e sistemas informáticos, representam um investimento superior a nove milhões de euros e visam robustecer a capacidade de resposta do Serviço Regional de Saúde”.
Pretende-se “proporcionar aos utentes melhores condições de dignidade, conforto e segurança”, de acordo com Mónica Seidi, citada em nota de imprensa.
“Estamos a investir de forma consistente na modernização do Hospital da Horta, garantindo melhores condições para utentes e profissionais e reforçando a capacidade de resposta do Serviço Regional de Saúde”, disse a governante.
A titular da pasta da Saúde apontou que ao nível do investimento em equipamentos está em curso um “reforço significativo dos meios tecnológicos do Hospital da Horta, através de um conjunto alargado de aquisições, onde se destacam a nova ressonância magnética, o TAC de 64 cortes e o reforço da frota com seis novas viaturas”.
A ressonância magnética, que representa um investimento de cerca de 1,5 milhões de euros, “permitirá reforçar a capacidade de diagnóstico nas ilhas do Faial, Pico e São Jorge, garantir respostas mais rápidas e eficazes, melhorar a qualidade dos cuidados prestados e reduzir significativamente as deslocações de utentes para outras ilhas”.
“Este é um passo decisivo para aproximar os meios de diagnóstico das populações das ilhas do Triângulo [ Faial, Pico e São Jorge] e evitar deslocações desnecessárias, promovendo maior equidade no acesso aos cuidados de saúde”, disse Mónica Seidi.
O novo aparelho de TAC, num investimento de 500 mil euros, irá substituir o equipamento em funcionamento, com cerca de 20 anos de utilização, assegurando “maior fiabilidade e qualidade diagnóstica”.
No decurso da intervenção foram também substituídas as antigas caldeiras de aquecimento de água, em funcionamento desde a abertura do hospital e que “constituíam, com frequência, foco de constrangimentos operacionais”.
A secretária regional valorizou ainda o “empenho dos profissionais de saúde da unidade hospitalar”, destacando que os resultados assistenciais de 2025 “evidenciam uma evolução positiva, com mais cirurgias realizadas, mais sessões de hospital de dia e um aumento dos atos de reabilitação em Medicina Física e de Reabilitação (MFR), comparativamente a 2024”.