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Câmara de Santo Tirso anuncia 1,3ME para requalificar antigo centro de saúde

Lusa
28-01-2026 17:05h

As obras de requalificação do antigo Centro de Saúde de São Martinho do Campo, em Santo Tirso, deverão estar concluídas em janeiro de 2027, num investimento de 1,3 milhões de euros, anunciou hoje a câmara municipal.

Segundo a autarquia do distrito do Porto, as obras que transformarão o antigo centro social na futura Unidade de Saúde Pública da Unidade Local de Saúde do Médio Ave iniciaram-se em 12 de janeiro.

Para o efeito, o município anuncia em comunicado um investimento de 1,3 milhões de euros, financiados em 600 mil euros pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), avançando que a conclusão dos trabalhos está prevista para janeiro de 2027.

Citado pela nota de imprensa, o presidente da câmara, Alberto Costa, refere que a intervenção “se enquadra numa estratégia alargada de requalificação dos centros de saúde do concelho”, para o qual diz estar previsto um “investimento de três milhões de euros para a requalificação de cinco unidades de cuidados de saúde primários no concelho, com 1,9 milhões de euros a serem financiados pelo PRR e 1,1 milhões pelo orçamento municipal”.

Para além da intervenção em São Martinho do Campo, em fevereiro deverá estar concluída a obra no edifício-sede do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Santo Tirso e Trofa, e decorre desde setembro de 2025 a requalificação da Unidade de Saúde Familiar de Veiga do Leça, acrescentou fonte da autarquia.

Revelou ainda a fonte ter sido lançado o concurso para as obras na Unidade de Saúde Familiar de São Tomé de Negrelos e que também o antigo Dispensário de Santo Tirso irá ser intervencionado, mas ainda sem data conhecida.

Segundo a autarquia, o antigo edifício do Centro de Saúde de São Martinho do Campo, constituído por dois pisos, encontra-se num elevado estado de degradação, estando prevista a reabilitação das fachadas, substituição das coberturas e a alteração das caixilharias por sistemas de maior eficiência térmica, mantendo o traço arquitetónico.

A intervenção vai, ainda, resolver os problemas relacionados com a acessibilidade de utentes de mobilidade reduzida, haverá definição de circuitos exteriores diferenciados e novos acessos ao interior do edifício, conclui o comunicado.

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