A estrutura regional da Ordem dos Enfermeiros nos Açores considerou hoje que existem “situações pontuais” no reposicionamento dos profissionais que exigem “mais celeridade”.
Na sequência de uma reunião do presidente da Secção Regional da Região Autónoma dos Açores da Ordem dos Enfermeiros (SRRAAOE), Pedro Soares, com o diretor regional da Saúde, Pedro Paes, é referido em comunicado que foi feito o “ponto de situação dos cuidados de enfermagem nos Açores", tendo sido abordado o processo de reposicionamento dos enfermeiros, incluindo temas como a circularidade e a aplicação do Decreto-Lei 111/2024 na região.
O Decreto-Lei “altera o regime da carreira especial de enfermagem e o regime da carreira de enfermagem nas entidades públicas empresariais e nas parcerias em saúde, alterando as respetivas tabelas remuneratórias”.
Pedro Soares sublinhou que a Ordem dos Enfermeiros “reconhece o empenho demonstrado pela tutela no cumprimento dos prazos estabelecidos, embora em situações pontuais exija mais celeridade”.
“Reafirmamos que o reposicionamento dos enfermeiros açorianos é uma questão de justiça profissional e de valorização do serviço público”, afirmou aquele responsável.
Pedro Soares apontou, por outro lado, a “necessidade de enfermeiros, em especial nas ilhas sem hospital”, onde continua a defender a “criação de apoios à fixação de enfermeiros, para que os concursos abertos não fiquem desertos, como acontece atualmente”, a par da implementação do enfermeiro de família nos Açores e o apoio à formação.