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Famalicão terá um Hotel Assistencial representando um investimento de 1ME

LUSA
13-12-2019 10:18h

Um Hotel Assistencial vai ser construído em Vila Nova de Famalicão, representando um investimento de três milhões de euros num "empreendimento inovador" com áreas especializadas de enfermagem, fisioterapia, psicologia entre outras especialidades, criando 30 postos de trabalho.

A nova infraestrutura, com financiamento aprovado pela Turismo de Portugal, e que ficará situada na freguesia de Gondifelos, vai integrar o roteiro pela Inovação de Vila Nova de Famalicão e será iniciada a sua construção em 2020.

Apresentado esta manhã, o Campus de Fiães Assited Living Hotel é referenciado como um "empreendimento hoteleiro inovador, adicionando ao conforto do alojamento a vertente assistencial especializada" em áreas como a enfermagem, fisioterapia, psicologia entre outras especialidades médicas.

"É um investimento importante para o concelho porque representa o aparecimento de uma resposta diferenciadora na área da hotelaria e do bem-estar. Os territórios atrativos são aqueles que conseguem responder às múltiplas necessidades dos cidadãos e este projeto vem preencher um espaço na área do turismo assistencial que nos vai diferenciar", afirmou, à Lusa, o presidente da autarquia, Paulo Cunha.

Com uma área total de cerca de 33.000 metros quadrados, o empreendimento será constituído por um edifício principal com cerca de 2.000 metros quadrados e por 10 casas modulares autónomas, implementadas numa zona verde circundantes ao edifício principal, "totalmente equipadas e integradas no conceito sustentável desenvolvido pela arquitetura e engenharias".

O espaço será equipado com receção, restaurante, bar, piscina, ginásio, espaços de apoio clínico (gabinetes médicos, enfermagem, fisioterapia, psicologia entre outras especialidades médicas), bem como uma unidade de internamento, direcionado aos familiares dos cuidadores informais, destinada para receber estadias temporárias centradas em programas intensivos de avaliação e reabilitação.

"Nessas casas modulares os residentes que recusam o conceito de lar de idosos, poderão usufruir os seus dias de forma autónoma e independente, mas que sofrem de solidão, podendo contar sempre com o apoio do nosso pessoal especializado", salientaram os investidores.

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